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O diagnóstico de fotógrafos carentes

O diagnóstico de fotógrafos carentes
Enviado por Caio Cal
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Eu aprendi que a Fotografia fala por si só. Caminha com as próprias pernas quando se há vontade para que isso aconteça. É uma resposta e um insulto as nossas crenças (sejam elas religiosas ou não). É uma linguagem não verbal que se expressa por meio de partículas que se aglutinam a partir das nossas experiências. Vivências. Sensibilidade. Cotidiano. Fotografar é transmitir o que somos mesmo que não haja uma razão explícita para isso.
Dessa forma, não me sinto apto para julgar e/ou criticar o trabalho de outro fotógrafo. Hoje em dia, as pessoas de um modo geral estão carentes da aprovação de terceiros. O status virtual fala mais alto que a busca por informações e aprimoramento profissional.
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Tudo é muito rápido, superficial e, principalmente, desgastante. “Belo foco”, “Cores lindas”, “Bokeh perfeito”, “P&B show” etc são claros exemplos do vazio inóspito em que alguns fotógrafos insistem em se enquadrar. Eu não vou mudar a minha linha de pensamento porque ninguém curtiu a minha foto no Facebook. Eu não vou seguir uma pessoa no 500px para que ela me segue de volta. As coisas acontecem naturalmente quando o tempo é o nosso aliado.
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Semana passada, recebi uma mensagem que dizia: “Em quantos anos serei reconhecido como fotógrafo profissional?” Sinceramente, não sei. E retruquei: “O que a fotografia representa na sua vida?” A internet encurtou as distâncias, mas nos deixou extremamente preguiçosos. Por falar nisso, existem profissionais que editam seus projetos e os divulgam simultaneamente nas redes sociais. Pra quê a pressa? Photoshop de um lado, facebook do outro. Considero este o verdadeiro duelo entre ser e parecer. “Gostaram?”, “Curte aí”, “#100 likes”… Por quê? É um gasto desnecessário de energia que poderia ser convertido em “qual é o próximo livro que irei comprar?
A internet é, sem dúvida, uma grande facilitadora, mas precisamos estabelecer conexões com pessoas ou coisas relevantes. “Vou ministrar um workshop de…” é o novo “Bom dia!” Cuidado. Você não se arriscaria em uma cirurgia plástica sem antes conhecer o cirurgião, certo? As armadilhas estão opostas e dispostas para quem não coordena de forma consciente a sua própria história seja tanto no âmbito pessoal quanto no profissional. Um amigo costuma dizer: “A internet é uma feira livre na qual o público costuma esbravejar para o vazio.” Vocês concordam? Selecionei algumas imagens do fotógrafo Kate Bellm que representa bastante essa idéia de “Somos instantes”.
Artigo de:

Caio Cal

 

Fonte: http://fotografeumaideia.com.br

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