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“Histórias de Pescadores”, de Marcio Pimenta

Série traz o cotidiano de pescadores em imagens

 

Fotos: Marcio Pimenta

A fotografia sempre esteve engajada na vida de Marcio Pimenta. Desde a sua adolescência, ele e sua turma costumavam viajar bastante, e Pimenta sempre ia com a câmera na mão, registrando tudo. Mas profissionalmente, ela veio por acaso. Em 2010, Pimenta foi à Colômbia realizar alguns estudos para o seu doutorado em Relações Internacionais e adquiriu uma EOS Rebel XSi como auxílio. “Foi quando me dei conta que eu me dedicava mais à fotografia do que aos estudos acadêmicos”, ele conta. “Então larguei tudo e decidi ser fotógrafo”.

Inspirado pelos grandes exploradores científicos e por Tintim, o famoso personagem de Hergé, Pimenta há um ano e meio desbrava culturas e ambientes com sua câmera. Além do Brasil e da Colômbia, já foram documentadas localidades do Chile, França, Espanha, Bolívia, entre outras. Seu trabalho também lhe rendeu prêmios e exposições, alguns deles fora do País.
Pimenta conta que, em geral, suas fotografias são destinadas ao mercado de Fine Art, impressas em papel de alta qualidade e com edições limitadas a dez cópias cada. Entre os principais clientes estão decoradores e arquitetos, que seguem as tendências do mercado decorativo, mas também agências de publicidade, revistas de viagens e até ONGs.
Os pescadores – O último destino de Pimenta foi Florianópolis, num período que chamou de “autoexílio”. Lá, ele passou quase um mês na Prainha da Barra da Lagoa, fotografando um grupo de 18 pescadores durante as tradicionais pescas de tainha que ocorrem de maio a julho. Mais do que uma simples documentação, Pimenta queria que os pescadores fossem vistos como protagonistas de suas próprias histórias, e por isso se dedicou a fotografar o cotidiano do grupo na íntegra, seja no mar, seja na terra.
Por causa desta imersão, Pimenta relata que no início era visto com muita desconfiança por parte dos pescadores, que sempre o questionavam para qual fim serviriam as fotos. “Mas logo todos se acostumaram com a minha presença e a amizade foi se estreitando”, que de tão próximo contribuía até com churrascos nos fins de semana.
Para Pimenta, esta experiência serviu como um marco. Além de ajudá-lo a exercer a paciência observando o bom humor dos pescadores mesmo em situações adversas, a sua maneira de fotografar mudou bastante. Citando Robert Capa, ele diz que “Histórias de Pescadores” o fez entender que o ato de fotografar não é apenas o dever de chegar mais perto, mas também de manter-se perto. “Até hoje mantemos contato. E sempre que voltar a Florianópolis irei visitá-los, com certeza”.
Confira outras imagens abaixo, ou visite o site.

 

 

Fonte: http://www.fhox.com.br

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