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Em tempos de fotografia digital é bem possível que a fábrica não exista mais. Mas ainda assim vale conhecer parte da história da fotografia analógica.

Postado por: Alexandre Maia

 

Fonte: http://www.fotografia-dg.com

 

 

Histórico documentário mostra como era a fábrica da Kodak, uma das maiores marcas da fotografia, no final dos anos 50

via 28mm / Focal Fixa
 
 

Quantos leitores já utilizaram filmes da Kodak, ou praticaram, em algum ponto de suas vidas, a fotografia analógica? Bom, para quem não sabe ou não se lembra das aulas de história da fotografia, a Kodak já foi uma das maiores marcas do ramo, mesmo ela tendo sofrido recentemente um processo de quase falência total (e os fãs ficaram aliviados quando ela ressurgiu das cinzas). Quem nunca viu a marca abaixo só pode ser muito novo:

kodak logo red A fábrica da Kodak, em 1958

A mítica marca nos tempos do filme era tão lembrada pelos consumidores quanto são hoje Canon, Nikon e Sony, e foi a responsável pela introdução de muitos fotógrafos e amantes da arte à prática dos cliques com sua clássica câmera Brownie, que encantava logo pelo nome e foi uma câmera que contribuiu bastante para a democratização da fotografia — aquela história do “você aperta o botão e nós fazemos o resto”, bem anterior aos celulares com câmera e o Instagram, não começou com a Brownie, inclusive, foi um slogan criado para a primeira câmera lançada por George Eastman, que fundaria mais tarde a Eastman-Kodak Company. A câmera chamava-se Kodak, num batismo com invenção pura e simples de um nome que não existia em lugar algum e era pronunciável em qualquer língua.

Como devem saber, tanto o nome quanto a empresa que surgiria depois foram muito bem sucedidos, de forma a terem suas próprias fábricas, como a exibida no documentário abaixo:

 

 

Como vocês devem ter visto em artigos recentes aqui no DG, uma empresa ser pioneira não significa que será líder de mercado, ou que o será por todo o tempo (como dito em Ruptura e inovação), e hoje a Kodak precisa seguir uma linha adotada por outras marcas para manter-se de pé (o formato micro-quatro terços, com a PixPro S1), depois de vender mais de mil patentes, para escapar da falência. Mas História é História, e não é apagada, e serve sempre para aprendermos, nos inspirarmos…

 

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