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Dicas para viagem de avião com seu equipamento fotográfico

Postado por: Alexandre Maia 

 

O Fototekne passa algumas recomendações para quem vai fazer uma viagem de avião e quer levar sua câmera, suas lentes…

de Marcos Olegário
via Fototekne
foto: Shutterstock

 

Talvez você seja das pessoas que viajam de avião com seu equipamento fotográfico. Quer seja por trabalho quer por lazer, muitas vezes nossas câmeras nos acompanham. O que hoje vou dividir com vocês é a história de um bom amigo que viajou de avião com sua câmera e as coisas que eu já aprendi de sua experiência.

shutterstock 177609239 Dicas para viagem de avião com seu equipamento fotográfico

A história do Paulo

Antes de mais, me deixem aclarar: essa não é uma história de perda de malas pela companhia aérea. Felizmente, meu amigo —suponhamos… o Paulo, pra não dizer seu nome real— teve a precaução de não despachar sua bolsa fotográfica com as malas, pois todos nós sabemos como é que é tratada a bagagem nos porões, não é?

Então? O Paulo levou seu equipamento como bagagem de mão. O primeiro problema já veio aí. As companhias aéreas são muito restritivas relativamente às bagagens de mão. Elas estão apenas permitindo bolsas com um tamanho e um peso determinados, e são inflexíveis.

O Paulo nem reparou e foi com seu equipamento de sempre, nem todo, mas sim com o que ele costuma viajar de carro ou de comboio, onde não há quaisquer restrições do tipo.

O resultado: depois de discutir com a amável funcionária da companhia aérea por dois centímetros a mais, teve de comprar uma bolsa mais pequena no próprio aeroporto e teve de escolher aquele equipamento que queria sim levar. E ainda teve de pagar uns reais por um serviço de guarda-volumes para deixar o resto e passar toda a viagem se preocupando pelo seu equipamento lá tão ligeiramente deixado.

O pior —segundo me disse depois— foi ter que escolher. O Paulo não é fotógrafo profissional, mas com muito esforço já conseguiu arranjar um equipamento bem interessante. Então, o que deixar atrás?

Segundo problema veio já no avião. Ele colocou sua bolsa de mão no bagageiro sobre sua cabeça. Com muito cuidado, é claro. Seu vizinho de assento não foi assim tão cuidadoso com sua própria mala nem com a das pessoas que já estavam colocadas lá.

O resultado: meu amigo passou toda a viagem temendo ter sofrido algum problema no equipamento pela força com que foi tratado pelos outros viageiros. Ainda, levando em conta que sua bolsa fotográfica acolchada tinha ficado no guarda-volumes do aeroporto.

Quando chegou em seu destino, o primeiro que fez foi revisar o equipamento. Tudo funcionava corretamente, mas sem dúvida ele passou uma má viagem por causa disso.

No regresso tudo correu melhor. O Paulo já tinha comprado uma bolsa acolchada para seu equipamento, se assegurando que ela cumpria as especificações daquela companhia aérea (que era, por sinal, das mas restritivas). Também levou seu equipamento colocado sob o assento, o que é mais incômodo, mas bem mais seguro também.

O que eu aprendi disso tudo

Afinal de contas, a experiência do Paulo não foi tão má. Ele não perdeu seu equipamento deixado no guarda-volumes, nem sofreu danos no equipamento que levou consigo. Mas, acreditem, ele passou toda a viagem preocupado, primeiro com o que deixava no aeroporto, depois com o que levava no bagageiro e depois outra vez pelo que tinha ficado no aeroporto.

Isso é o que eu aprendi da experiência dele:

  • Levar sempre o equipamento como bagagem de mão, e nunca, nunca (já disse nunca?) despachar.
  • Se assegurar que nossa bolsa acolchada é menor do que o tamanho especificado pelas companhias.
  • Levar o mínimo equipamento, o imprescindível, para nos assegurar de cumprir com as exigências da companhia aérea relativamente às bolsas de mão. Nesses casos, eu recomendo objetivas com uma larga faixa focal. A qualidade da imagem é pior, mas ocupam muito menos do que várias lentes fixas ou de intervalo mais reduzido, e são mais cômodas para fotografar enquanto estamos viajando, em lugares que não conhecemos, graças a sua versatilidade.
  • Não colocar a bolsa do equipamento no bagageiro, onde pode ser sovada por pessoas que desconhecem o que você leva lá ou que nem se importam, pois dessas também há.

Pois é. Isso é o que eu aprendi da experiência do Paulo. Algumas dessas lições eu já sabia e já faço em minhas viagens de avião.

Mas, por enquanto, vou deixar mais uma dica, que também costumo fazer, não só em aviões. Quando eu termino de fotografar, removo o cartão de memória da câmera e guardo no bolso de minhas calças. O que eu estou fazendo com isso? Estou protegendo mais do que meu equipamento. Estou protegendo meu trabalho.

E, logicamente, coloco outro cartão na câmera pelos acasos. Não quero imaginar ter de tirar a câmera rapidamente para uma foto irrepetível e me encontrar com ela sem cartão!

 

Temos ainda aqui ótimas recomendações do nosso leitor Raphael Diniz:

“Normalmente viajo com minha mochila da Vivitar com 6 lentes, 2 cameras, 2 flashes, cabos, baterias, e carregadores. Dá uma média de 10kgs e não me importo se a regra são de 5 a 7. Digo que é trabalho — se relutarem, ameaço sair do programa de pontos e “me trato”, mesmo não sendo, [como] cliente especial. Já cansei de ver DJs carregando como bagagem de mão aqueles equipos pesados que sei que dali dão mais do que 10 kilos e eu os uso como referência hehehe.

Minha dica é: tente levar tudo dentro de uma mochila de fotografia só. Seja o último a fazer check-in e entrar na aeronave, pois daí você será o último a colocar sua bagagem sobre a cabeça e assim poderá garimpar o melhor espaço e se assegurar que ninguém vai ficar brincando de ping-pong com a bagagem alheia.

E última dica e a melhor: claro, gente que tem pressa/compromisso e está cansado de viajar de avião, viaja na poltrona do corredor. Assim que o avião toca o solo e os avisos dos cintos se apagam, você fica sendo a primeira pessoa a levantar e, naturalmente, a primeira a retirar sua bagagem de mão de cima da cabeça. Faço isso sempre, e sempre dá certo. Para outros materiais que sei que podem ser despachados, embarco tripés, iluminadores, refletores e etc.”

Fonte: http://www.fotografia-dg.com

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