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Fotógrafo, conheça o alcance dinâmico excessivo

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“Alto alcance dinâmico” tornou-se o termo aceito para um alcance excessivo de luminância no assunto.

Ele descreve o nível de brilho de um tema que excede em muito a capacidade que o sensor tem de captá-lo plenamente. Os pequenos sensores em câmeras compactas simples podem captar entre dois a três pontos de brilho. Os sensores maiores conseguem nove ou mais pontos.

Na verdade, qualquer situação fotográfica na qual o sol ou seu reflexo esteja visível será de ‘alto alcance dinâmico’, pois o sol cria brilho demasiado para se captar detalhes. Na prática, em tais situações, a sua preocupação está nas áreas importantes da imagem. Uma pequena área com falta de detalhes pode não ser relevante se estiver oculta em uma paisagem, porém será problemática em um retrato.

A sombra tem a preferência

Este tipo de problema não e novo na fotografia, portanto há técnicas tradicionais para lidar com tais situações. Uma solução que sempre está disponível para lidar com a luz: se não há meios-tons, crie-os por meio de controle da exposição. Fazer a exposição para as áreas brilhantes faz com que elas venham para os meios-tons e torna as sombras completamente negras. Como alternativa, evite o alto-contraste virando as costas para o sol ou adicionando luz às sombras para reduzir sua densidade.

Alternativas e preenchimentos

Ao virar as costas para a fonte principal de luz, minimiza-se a sombra, reduzindo o tamanho das áreas escuras na imagem. Contudo, ao mesmo tempo, as texturas serão perdidas. O lado bom de se afastar do sol é que isso reduz a perda de qualidade causada pelo flare.

Pode-se também reduzir as sombras de forma mais direta preenchendo-as com luz, e isso é mais facilmente aplicável com o uso de flash. Uma pequena quantidade de preenchimento geralmente é suficiente para iluminar as sombras do puro negro sem aparentar um brilho artificial: ajuste o flash automático para -2 pontos ou para a potência mínima.

Resolvendo na própria câmera

Se o problema de excessiva luminância estiver no sensor, a solução também pode estar nele. Os fabricantes adotaram duas abordagens principais, a mais generalizada é a câmera fazer as correções durante o processamento da imagem. Isso reforça os sinais fracos e diminui os fortes. Algumas câmeras analisam a imagem, alguns pixels por vez, para aplicar um filtro que destaca os detalhes de sombra e reduz as partes queimadas das altas-luzes. Esse processo geralmente aumenta o ruído da imagem; pode-se desligar esse filtro se necessário.

Outra solução, menos popular, é a câmera usar um sensor especificamente projetado para lidar com um amplo alcance de brilho. Funciona utilizando diferentes tamanhos de foto e de posicionamento no mesmo sensor – pequeno para luzes brilhantes, grande para baixa iluminação. Se tudo mais falhar, há ainda os filtros dos softwares de imagem, denominados shadow/highlight e e tone-mapping.

Texto extraído da obra:
PRIMEIRO LIVRO DIDÁTICO SOBRE FOTOGRAFIA DIGITAL – 2. Edição.
“FOTOGRAFIA DIGITAL – APRENDENDO A FOTOGRAFAR COM QUALIDADE”.
Autor: 
Prof. Dr. Enio Leite, Editora Viena, São Paulo, Brasil, Janeiro 2014.16 cm x 23 cm, 432 paginas.
Fontehttp://focusfoto.com.br/?p=16423 

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