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4 fotógrafos que retratam a verdadeira beleza da nudez feminina (FOTOS) (+18)

 

Houve um tempo em que se acreditava que a foto roubava a alma da pessoa retratada. Obviamente, isso acabou: hoje fazemos fotografias com a mesma frequência que piscamos. Eternizamos momentos todo o tempo — mas apenas os bons, e somente depois de ajustar o ângulo e escolher o filtro exato.

Pelas fotos que encontramos hoje em dia, sobretudo no Instagram e nas demais redes sociais, a impressão que temos é que o mundo anda em êxtase pleno, numa alegria irradiante e sem fim. Uma felicidade da qual, muitas vezes, nós não fazemos parte. Repare que, ao fazer esta edição de imagens, editamos a vida.

Isso acontece também com os corpos. Capas de revistas nos lembram o quanto somos imperfeitos, o quanto estamos fora do padrão, o quanto somos feios.

Mas não para estes quatro fotógrafos. Seus trabalhos dedicam-se a retratar mulheres convencionais na beleza plena de sua nudez — e sem retoques.

Camila Cornelsen, 31 anos — x-real

Camila Cornelsen

 

Quando começou a fotografar?
Eu sou filha de fotógrafo. Desde sempre acompanhei meu pai em estúdio, laboratório, sessões fotográficas. Em 2002, ele comprou sua primeira câmera digital, uma Nikon D100. Como ele não tinha habilidade nenhuma em mexer no computador, eu comecei a ajudá-lo com os arquivos e a roubar a câmera para fotografar shows de bandas de amigos. De lá pra cá foi um longo percurso, mas desde sempre eu me interessei bastante por retratar pessoas e comportamento.

Seu trabalho tem algo característico do voyeursimo. Como chegou a esta estética intimista?
Acho que foi um caminho evolutivo da minha percepção mesmo, de preferir menos “direção” e mais observação. Acredito que a pessoa diz mais sobre ela quando ela não é induzida, questionada.

Existe hoje tendência da nudez “in natura”, sem muita produção ou recursos digitais, sem retoques, com garotas que não são modelos. Na sua opinião, por que essa tendência está tão em voga hoje em dia?
Esta é uma era em que tecnologia chegou literalmente à realidade aumentada. Sabemos que as mulheres da revista não têm aquele corpo perfeito mostrado ali, que existe tratamento digital. Sabemos das intervenções cirúrgicas e dos tratamentos estéticos. E para quem não entra nessa onda é legal quando você vê que, em algum lugar, existe alguém igual a você, com uns quilinhos a mais, uma pele normal que não parece feita de plástico, uma certa assimetria, estrias, celulite… E que isso pode sim ser muito bonito.

As meninas que você fotografa são amigas suas ou meninas que você chama pelo Facebook ou algo assim? É algo “e aí, quer fotografar?”, simples assim?
A primeira garota fotografada, Rafaela Camilo, eu convidei porque precisava dar o pontapé no trabalho. Depois disso, todas as meninas que participaram se candidataram. Às vezes, quando vejo alguém, amiga ou não, que acho que seria interessante retratar mando o convite. Como quando a Tainá falou que queria participar. Dias depois vi uma foto dela com a irmã e achei que seria legal se a gente fizesse um ensaio delas juntas. Foi aí que convidei a Marília e ela topou. Fiz o ensaio com as duas.

Existe uma seleção?
Não existe um processo de seleção. Todas as meninas que me escrevem têm potencial e podem fazer o ensaio. Eu procuro meninas reais, que poderiam ser nossas amigas, colegas, vizinhas, conhecidas… Se eu fizer um processo de seleção eu perco isso.

No seu site, há trechos que falam sobre “a perspectiva feminina sobre o corpo feminino” e “a nudez feminina sob um olhar femininos”. Para você, quais as diferenças entre as visões feminina e masculina sobre o corpo da mulher?
Eu diria que existe um cuidado maior na visão feminina. Obviamente não quero generalizar, mas acho que existe uma forma de apreciação que é diferente. Nós mulheres apreciamos o corpo feminino de maneira sem sempre manter um olhar sexual. Eu busco retratar mulheres para que ambos os gêneros gostem de ver.

Por trás da fotografia (e de toda forma de expressão) existe uma intenção. Qual é a sua?
Nesse projeto, acredito que a intenção é encontrar a beleza no normal, no cotidiano. E, se possível, que meninas e mulheres enxerguem e reconheçam essa beleza nelas mesmas. Tenho recebido muitas mensagens de garotas que se julgam magras demais ou estão acima do peso e que gostariam de fazer uma sessão de fotos para o X REAL, porque passaram por esse processo de aceitação do próprio corpo. Acho que isso é um sinal positivo para o projeto.

Eu fico bastante curioso para saber como foi a primeira vez que você fotografou nu…
O primeiro nu que eu fotografei foi sem querer. Foi depois de uma festa em Barcelona, em 2012. Fui à praia com uma turma de amigos e pessoas que conhecemos na festa para ver o sol nascer. Já estava quente e todos resolveram entrar no mar. Ninguém questionou a roupa: todos tiraram e pronto. Nessa hora tinha muita gente na praia, inclusive um velhinho, correndo, completamente nu, só de tênis! Quando voltei ao Brasil, achei que estava na hora de praticar isso. E foi aí que eu convidei a Rafa, uma amiga que eu sabia que toparia fazer o ensaio. Fui à casa dela e ficamos conversando e fotografando. Tudo muito natural. Em sessões que eu não conheço a menina às vezes ainda fico um pouco envergonhada na hora de pedir para tirar a roupa. Mas acho que isso acontece justamente por conta dessa nossa cultura incoerente: a mulher pode usar o menor biquíni que tiver, escondendo quase nada do bumbum, dos seios; mas se ela tirar a parte de cima é um problema. Ela é considerada exibida demais.

Por que existe essa incoerência aqui no Brasil?
Acho que vivemos numa sociedade que enxerga a nudez apenas com uma mensagem sexual embutida. Não que isso não exista em outras culturas, mas vejo que aqui ela é mais exacerbada. Vivemos num país de crença religiosa extrema que vem cada vez ganhando força. Portanto, regras e pudores são elevados a limites maiores. Por outro lado, e daí a incoerência, vivemos “num país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza”. Somos um povo sensual, exibido, usamos poucas roupas. E a questão é: se pensarmos mais a fundo, é só pele, não?! Então qual é o problema de tirar a roupa?

*****

Alberto Prado, 32 anos — ElaCrua

Alberto Prado

 

Quando se descobriu fotógrafo?
Descobri-me fotógrafo dentro de um laboratório de revelação e ampliação. A mágica dos químicos fixando uma imagem em um papel branco me encantou e até hoje essa magia toma conta de mim a cada imagem que gero na minha câmera.

E a estética “crua”, como surgiu?
A aposta na estética que o ElaCrua tem hoje começou com a ideia de fotografar o nu feminino diferente do comum, da ideia comum. Não queria fazer ensaios aleatórios e sair postando em redes sociais, sem ter um objetivo final. O projeto me ajudou com isso. Ajudou a criar essa identidade na fotografia de nudez, criar estéticas para “mulheres normais”, conceituando em cima de suas próprias personalidades e trazendo imagens que realmente as representassem — esta foi a tarefa mais difícil, mas o retorno está sendo muito satisfatório.

Essas “mulheres normais”… Quem são?
No início do projeto foi bem difícil conseguir as meninas, pois não tinha portfólio nenhum de fotografia de nudez feminina. Comecei chamando as amigas, mas isso logo no início. Depois da primeira postagem e da aparição do projeto, começaram a aparecer as candidatas. Fiz mais convites, segui adiante e, hoje, o projeto tem uma lista de mais de cinquenta mulheres a serem fotografadas. A agenda do ElaCrua está lotada.

Quais critérios usa para escolher as meninas que serão fotografadas?
Não há um critério para a seleção das modelos. É um projeto sem estereótipos.

Voltando ao convite às meninas… Como rolam?
Desde o início a preocupação com a forma de convidar é grande. Faço um convite e uma apresentação do projeto que, na minha opinião, dá uma ideia legal. Com isso, a confiança das mulheres para posar aumenta.

Mas deve rolar um estranhamento inicial, uma timidez…
A timidez sempre rola, pois fotografo garotas que sequer haviam sido fotografadas antes e não estão acostumadas com uma câmera na sua frente. Mas o pré-ensaio — um questionário que envio e uma entrevista com cada garota — ajuda a criar essa confiança e facilita na hora dos cliques.

Por que abdicar de produção e recursos digitais para fotografar as meninas?
O público está caindo na real e cansando de ver tantos corpos esculturais em revistas e TV. Todo mundo sabe que isso é criado e não é real. As mulheres olham no espelho e não enxergam uma modelo de capa de revista que viu. Então essa realidade está vindo à tona e as pessoas estão enxergando que a beleza real, nua e crua, é mais linda que a beleza imposta pelas mídias.

Esta é sua intenção ao fotografar a nudez? Trazer um pouco de realidade?
A intenção foi sempre mostrar o real e acho que é por isso que o projeto está tomando a proporção que está tomando. O público consegue se enxergar nas fotos que faço quando apreciam o acervo do projeto.

Mas para quem está sendo fotografada, tem uma questão de ego também, não?
A fotografia sempre mexeu com o ego das pessoas, claro. A mulher vê a si mesma mais bonita. Acho que é um dos fatores que geram fetiche entre as mulheres. E todo mundo sabe que a disputa entre elas sempre foi e será muito forte — elas sempre querem ser mais bonitas. O ato de receber uma foto e se ver linda aumenta ainda mais esse fetiche.

*****

Rodrigo Erib, 33 anos — Tutto Posto

Rodrigo Erib

 

Por que você fotografa mulher nua?
Fotografar é meu ofício. Sempre me dediquei muito à pratica, além da teoria e da observação da fotografia. Lá por 2011, olhando meus arquivos, vi que já tinha algo ali, que havia uma semente. Pedi pra fazer umas fotos da Vivi, uma modelo que conheci num job seis anos antes e de quem fiquei amigo. Já tinha fotografado Vivi algumas vezes e tentei fazer algo mais solto. Acertamos a mão. Daí começou de vez.

Você viajou pela Europa de bike, fazendo foto de mulher. Como foi isso?
Em 2012, eu fui passar o verão na Europa, viajando de bicicleta e visitando amigos. Comecei em Varsóvia, onde conheci um fotógrafo de moda no primeiro pub que parei. Mostrei algumas fotos e ele abraçou minha ideia. Então fotografei a Weronika, arquiteta e vizinha do fotógrafo polonês, alta e com rosto angelical, uma beleza nobre. Admiti que a viagem tinha começado bem melhor do que eu esperava. Dias depois comecei a pedalada — 465 quilômetros em cinco dias, dormindo em pequenas cidades, passando por Poznan, até cruzar a fronteira da Alemanha e pegar um trem pra capital. Em Berlim fotografei a polonesa (mais uma) estudante de filosofia Justina, que vive na cidade, e as turistas suecas Anna e Manda.

Foi encontrando as meninas e fotogrando.
Sim, nada de roteiros fantásticos. Elas eram apenas meninas aproveitando o verão; da minha parte, eu queria imprimir essa vibe em fotografias. Justina, tipo loirinha de filme do Woody Allen. Anna, uma punk arrumadinha despreocupada. Manda, uma patricinha loirísima e alva de Estocolmo. Eu ouvia “girls just wanna have fun” na minha cabeça e me perguntava se aquelas meninas, nascidas depois de 1990, sabiam quem era Cyndi Lauper.

E depois de Berlim?
A segunda parte foi na Itália. Pedalei de Milão até Modena em três dias, parando em Piacenza e Parma. Fui acampar na região, num local onde acontecia o Mondiali Antirazzisti, um torneio de futebol amador com quase 2 mil pessoas. Minha vizinha de barraca, a italiana Laura, de Reggio Emilia, aceitou fazer umas fotos. Fiquei feliz em registrar aquele rosto realmente exótico — ela era muito diferente das belezas “padrão de boneca” que se via mais ao norte do país. Tinha uns olhos loucos. E a última parte da viagem foi na Inglaterra.

Como foi lá?
Eu já sabia um pouco melhor o que estava buscando em termos de fotografia. Queria um retrato comportamental das meninas locais. Talvez isso não seja nada mais que dizer apenas “retratos”. Assim chamei a Anny, que trouxe a Jasmin, e inspirados pelo “great british summer” fotografamos por Bristol, a cidade de Banksy e Portishead, very lovely place com meninas duronas e corajosas. Dias antes, ao melhor estilo de programa de europeu, tomando vinho nas pracinhas, havia fotografado também a Ziba, loirinha de vestido curto e preto com sotaque de aula da Cultura Inglesa.

Na volta ao Brasil, deve ter sentido falta disso.
Mas aqui eu continuei fotografando, e com mais naturalidade. Pensei em editar o material para um livro, no futuro. No ano seguinte, 2013, a linguagem já estava mais definida, a comunicação mais efetiva e os encontros foram surgindo por identificação. Pela primeira vez um convite foi feito de lá pra cá: a Livia mostrou meu trabalho pra Stephanie, que quis umas fotos e me contatou.

Na sua opinião, rola um fetiche da mulher em ser fotografada?
Talvez seja um prazer feminino, o prazer do espelho. Como disse minha amiga Nina, “acho que a nudez na fotografia encanta justamente porque a gente julga menos e aprecia mais”. Acho que todo retrato sincero é nudez, seja com ou sem roupa. Retrato é comunicação mediada pela fotografia.

Você mencionou um livro. Qual é o plano agora?
Tenho ganas de fazer retratos pessoais de homens também, mas ainda não sei como. Por enquanto as mulheres parecem se sintonizar muito mais com esse regalo. Uma vez alguém, vendo meus retratos, me perguntou “mas por que mulheres?”. A gente tem que ter foco em algum assunto. A mim interessa esse universo, entre outros.

*****

Gabriela Mo, 27 anos — Gabrielamo.com e Flickr

Gabriela Mo

 

Como começou a fotografar?
Eu sou da geração Fotolog — será que as pessoas ainda sabem o que é isso? — e acho que aprendi a fotografar ensaiando autorretratos, nos primórdios das selfies. Na época, selfie era coisa de poser, e é um pouco embaraçoso dizer isso, mas é verdade. É muito estranho afirmar que já faz pelo menos uma década… A verdade é que eu nunca planejei ser fotógrafa. Isso nunca foi um sonho ou uma ambição. Eu não me “descobri” fotógrafa; só tive mais facilidade em seguir este caminho e as coisas têm acontecido desta forma.

Como partiu daí para retratos em tons mais amenos, com um aspecto quase onírico?
Querendo ou não, acho que a minha estética, se é que posso dizer assim, evoluiu a partir disso. Chegou um momento em que eu me dei conta de que eu não era a melhor modelo para minhas fotos. E que eu poderia ter um controle melhor da fotografia se retratasse as amigas, minhas primeiras cobaias. Até hoje fotografo amigas. É muito difícil eu usar modelo profissional. Talvez, de uma forma ou de outra, os meus ensaios nunca tenham deixado de ser autorretratos, pois acabo usando as meninas como forma de me expressar. Sempre coloco um pouco de mim em todo trabalho que eu faço. E os tons amenos e o estilo voyeur são um reflexo de quem eu sou no meu íntimo, acho.

Seu site tem trabalhos com modelos de agências e meninas que não são modelos. Como escolhe as meninas para suas fotos? Há algum critério?
Tem dias que eu acordo muito inspirada. Pode ser por causa de um filme que eu vi na noite anterior, uma música que escutei, uma viagem, um livro. Pode ser pela mistura de tudo isso ou até em função de um sonho. Também acontece de alguém me inspirar. Alguém que eu sigo no Instagram, por exemplo. Ultimamente eu tenho escutado muito Fleet Foxes, um som que mexe com os meus sentimentos, bagunça tudo dentro de mim. A Grande Beleza [filme italiano dirigido por Paolo Sorrentino] também é algo que vi recentemente e fez eu querer fotografar. Não precisa ser um filme que mostre mulher pelada, por exemplo. Muito pelo contrário: quanto mais subjetiva a mensagem, mais inspirada eu fico. Aí eu fico determinada a fazer algo específico e vou atrás de meninas “normais”. Já convidei várias desconhecidas via Facebook para servirem de modelos para mim nesses momentos.

Como rolam os convites para foto?
Na verdade, muitas vezes não rola um convite para fotografar, mas um convite para vir à minha casa ou algo assim. E aí eu pego a câmera, registro alguns momentos e deixo fluir. Com as amigas fica muito mais fácil. Quando é com alguma desconhecida, rola mais conversa antes. Mas quando elas veem as minhas fotos, ficam com vontade de participar. É ótimo. Além disso, muita gente vem me procurar querendo fazer ensaios. Aí eu preciso me concentrar, “estudar” a pessoa, e me inspirar a partir dela. Aí fico stalkeando a pessoa por dias.

O que passa pela sua cabeça quando está fotografando uma amiga? Tipo “ah, essa cena vai ser mais chocante” ou “isso é mais sexy que aquilo”?
Não, eu nunca penso nisso. A intenção não é fazer fotos sensuais, muito menos chocantes. A ideia é retratar a menina de uma forma “nua e crua”, verdadeira, sincera. E acho que quanto mais natural e simples, mais bonita fica a pessoa e isso influencia na estética. Dificilmente eu dirijo a modelo: eu deixo ela ser ela mesma e o registro é espontâneo.

Mas qual é a sua intenção com as fotos?
É colocar para fora os meus sentimentos, tentar traduzir isso para imagens. Fotografar mexe com o meu ego. Quando eu acompanho a repercussão do meu trabalho, me sinto exposta e nua. Claro que se a retratada se sentir bonita na imagem ela também vai gostar, mas quando eu faço as minhas fotos, é algo muito mais para mim do que para qualquer outra pessoa. Sempre. E as mulheres gostam de ser fotografadas, pois querem se sentir bonitas, o que é supernormal. Não é um fetiche, mas sim uma expressão da própria sexualidade e vaidade, um resgate da autoestima. Esses dias, respirei fundo e chamei uma vizinha que eu não sabia nem o nome. Sou supertímida, então é difícil pra mim fazer isso. Mas é quase que necessário. Se me sinto assim, preciso “colocar para fora”, sabe?

E como foi com a vizinha?
Ainda não rolaram as fotos. Estamos nos conhecendo, trocando referências, unindo nossos gostos e acho que vamos construir um trabalho bem legal juntas. Ela é australiana, tem um visual diferente, é instrutora de balé. Adorou o convite.

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