Fotografia de Casamentos, Gestantes, Books, Aniversários, Festas, Feiras e muito mais…

Últimas

O que acontece quando você derrama chá quente a -40ºC durante o pôr-do-sol

Michael Davies é canadense, vive na cidade de Ontario, e gosta de aproveitar as temperaturas extremas do país durante o inverno para se dedicar a uma de suas paixões: a fotografia.

Nos últimos 10 anos, Davies trabalhou como fotógrafo numa comunidade a sul do Círculo Ártico, em um lugar que tem pouco mais de 2 horas de luz solar por dia durante o inverno. As temperaturas são para lá de negativas e Davies quis registrar o que acontece quando chá fervente é lançado em tais condições (pista: ele congela instantaneamente, formando um bonito espetáculo de cristal).

Para captar as incríveis imagens que você vê abaixo, com o amigo Markus, tudo precisou ser pensando ao mínimo detalhe. Olha o que ele contou ao site This Is Colossal:

“Cerca das 13h, eu pulei na minha moto de neve, juntamente com o meu amigo Markus, e dirigimos 45 minutos para o topo de uma montanha nas proximidades, onde a luz (que é quase sempre rosa perto do solstício) teria atingido as colinas. Preparados com várias garrafas térmicas cheias de chá, nós começamos jogando e atirando o líquido para o ar. Nada foi ao acaso. Monitorizei a temperatura, esperei que o vento estivesse calmo e preparei os planos fotográficos. Até o sol no meio da dispersão foi intencional, apesar de ser impossível de controlar”.

MichaelIce

MichaelIce2

Você pode acompanhar o trabalho do fotógrafo no Flickr.

Todas as fotos © Michael Davis

O Click exato de um Momento Raro

O fotógrafo australiano Evan Switzer flagrou uma cena de cortar o coração entre uma família de cangurus na última segunda-feira (11).

As imagens registradas por Evan mostram o momento em que uma mamãe canguru está morrendo e é amparada nos braços por seu parceiro.  O filhote, sem saber o que fazer, tocava a mãe suavemente enquanto ela dá seu último suspiro.
Evan disse ao Daily Mail Australia que fez o registro enquanto caminhava pela região de River Heads, cidade localizada nos arredores de Fraser Island, Queensland.

Ele também contou detalhes da cena que presenciou: “Eu vi o macho pegar a fêmea, parecia que ele estava apenas tentando levantá-la e ver o que estava errado com ela”, disse.

“Ele a levantava, mas ela voltava a cair no chão, ele a cutucava. Foi uma cena muito especial. Ele estava de luto pela perda de sua companheira”

Evan acrescentou ainda que, apesar de já ter visto muito animais morrerem durante suas perigrinações, nunca tinha presenciado um cena como esta.

bomba.jpg

 

Fonte: http://www.redetv.uol.com.br/jornalismo/da-para-acreditar/fotografo-flagra-momento-em-que-mae-canguru-morre-nos-bracos-de-seu-parceir?cmpid=tw-uolnot

Pai fotógrafo capta a intimidade da filha desde o nascimento até a vida adulta

Todos os pais e mães adoram registrar fotos de tudo o que fazemos durante a vida, nos colocando no papel de modelos em qualquer ocasião. Formando uma linha do tempo desde o nascimento até nossas conquistas mais valiosas, as fotografias parecem fazer sentido quando estamos mais velhos, fazendo até com que a gente sinta falta de não ter tirado mais.

Para não perder nenhum momento de sua filha, o fotógrafo Jack Radcliffe documentou a trajetória inteira de Alison, do nascimento até os atuais 30 e poucos anos da idade, em belas imagem preto e branco. A intimidade da jovem, com seus amigos e familiares, deram ao pai orgulhoso uma nova paixão: retratar as relações humanas. O processo documental afetou profundamente sua maneira de fotografar, que só mudou porque Alison também permitiu que o pai compartilhasse com ela momentos em que ninguém quer a família por perto, especialmente na adolescência.

As fotos mostram como a vida passa rápido e como somos feitos de fases, uma após a outra, cheias de mudanças, na maneira de se vestir, nas companhias e atitudes. Lá está ela, gritando e sangrenta, acabou se emergir da barriga de sua mãe. E então, lá está ela, meio sarcástica, com sua maquiagem de olho gatinho borrada, um cigarro balançando em seu braço, pendurado no namorado que se parece com encrenca“, escreveu o fotógrafo.

Radcliffe escreveu ainda, em sua página, que com o tempo a câmera se tornou parte da relação entre pai e filha, criando uma aceitação e tranquilidade. “Eu percebo que ao olhar as fotos criei uma história de vida visual da Alison, captando momentos de sua metamorfose de criança para mulher, seus relacionamentos com amigos, sua rebelião, e subjacente a tudo isso, seu relacionamento comigo, uma constante em toda a sua vida. Eu queria fotografá-la em todos os seus extremos, e fazer parte desses momentos em sua vida sem julgar ou censurar. Só desta forma eu teria um verdadeiro retrato de Alison”. E o resultado foi incrível:

alison1

Ano: 1978

Photographer-Documents-His-Daughters-life-1

Photographer-Documents-His-Daughters-life-36

Ano: 1982

Photographer-Documents-His-Daughters-life-2

Ano: 1987

Photographer-Documents-His-Daughters-life-3

Photographer-Documents-His-Daughters-life-4

Ano: 1988

Photographer-Documents-His-Daughters-life-5

Ano: 1989

Photographer-Documents-His-Daughters-life-6

Ano: 1990

Photographer-Documents-His-Daughters-life-7

Ano: 1991

Photographer-Documents-His-Daughters-life-8

Photographer-Documents-His-Daughters-life-9

Photographer-Documents-His-Daughters-life-10

Photographer-Documents-His-Daughters-life-11

Photographer-Documents-His-Daughters-life-12

Photographer-Documents-His-Daughters-life-13

Ano: 1992

Photographer-Documents-His-Daughters-life-14

Photographer-Documents-His-Daughters-life-15

Photographer-Documents-His-Daughters-life-16

Ano: 1994

Photographer-Documents-His-Daughters-life-17

Ano: 1995

Photographer-Documents-His-Daughters-life-18

Photographer-Documents-His-Daughters-life-19

Ano: 1997

Photographer-Documents-His-Daughters-life-23

Ano: 1998

Photographer-Documents-His-Daughters-life-20

Ano: 1999

Photographer-Documents-His-Daughters-life-21

Photographer-Documents-His-Daughters-life-22

Ano: 2001

Photographer-Documents-His-Daughters-life-24

Photographer-Documents-His-Daughters-life-26

Photographer-Documents-His-Daughters-life-27

Ano: 2002

Photographer-Documents-His-Daughters-life-25

Ano: 2010

Photographer-Documents-His-Daughters-life-28

Photographer-Documents-His-Daughters-life-29

Photographer-Documents-His-Daughters-life-30

Photographer-Documents-His-Daughters-life-31

Photographer-Documents-His-Daughters-life-32

Ano: 2011

Photographer-Documents-His-Daughters-life-33

Photographer-Documents-His-Daughters-life-34

Photographer-Documents-His-Daughters-life-35

 

 

Todas as fotos por Jack Radcliffe

 

Fonte: http://www.hypeness.com.br/2014/11/fotografo-capta-a-vida-da-filha-desde-o-nascimento-ate-a-vida-adulta/

Ateliê da Imagem recebe palestra e workshop de Guy Veloso

Com 20 anos explorando o tema religiosidade popular brasileira, Guy Veloso vem ao Rio de Janeiro a convite do Ateliê da Imagem para participar da Sexta LIvre (palestra aberta) no dia 29 de janeiro de 2016, às 19h.

O fotógrafo apresentará novos trabalhos, em especial os desenvolvidos no Candomblé e Umbanda, em vídeos que revelam seu processo criativo e imagens inéditas do projeto “Penitentes”, exposto na 29ª Bienal de São Paulo, onde retrata cerimônias místicas, muitas delas ainda secretas no Brasil profundo.

A característica do trabalho de Guy Veloso é o envolvimento e a proximidade, onde ele tenta documentar “de dentro”, como alguém que efetivamente participa dos rituais, com o máximo de intimidade, o que deriva de uma longa pesquisa, negociação e, especialmente, tempo.

Além desta apresentação, o Ateliê da Imagem promove, sem seguida, o workshop “Fotografial documental: do poético ao prático” com o artista Guy Veloso em fevereiro nos dias 1, 2, 3 , 15 e 16 das 19h às 21h30 (inscrições abertas).

Guy Veloso vive e trabalha em Belém-PA. É fotógrafo desde 1989 com diversas publicações e mostras nacionais e internacionais. Em 2010, participou da 29a Bienal Internacional de São Paulo/2010. Foi curador-chefe de Fotografia Contemporânea Brasileira na XXIII Bienal EuropaliaArts Festival, Bruxelas-Bélgica, 2011/12.

Trabalhos do artista fazem parte do acervo das seguintes instituções: Essex Collection of Art from Latin America (ESCALA), Colchester-Inglaterra; Coleção Nacional de Fotografia, Centro Português de Fotografia, Porto-Portugal; Bilioteca Nacional, Rio de Janeiro; Museu da Fotografia de Curitiba;Banco de DadosItaú Cultural – Projeto Rumos, 1ª edição; MABE-Museu de Arte de Belém-PA; Coleção Joaquim Paiva/Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; MAR- Museu de Arte do Rio;MAM-Museu de Arte Moderna de São Paulo.

SERVIÇO

Sexta Livre: Guy Veloso apresenta “Religiosidade popular – novos trabalhos”
Data: dia 29 de janeiro, às 19h – aberto ao público
Local: Ateliê da Imagem Espaço Cultural – Avenida Pasteur, 453, Urca
Informações: (21) 2541-3314www.ateliedaimagem.com.br

Conheça Travis Burke : o fotógrafo que largou a casa para viajar de motorhome

Muitos fotógrafos sonham em largar tudo e realizar trabalhos fotográficos pelo mundo afora.

Aquele que sente pavor em deixar sua zona de conforto para clicar em um ambiente estranho, por favor levante a mão.

Este tipo de paixão tomou conta do fotógrafo Travis Burke, de 28 anos.

Após herdar de sua avó uma van antiga (Dodge Ram de 1994), colocou seus talentos de lanterneiro (ou funileiro dependendo de onde você mora) e fez o seu próprio motorhome.

Durante 16 meses percorreu uma quilometragem próxima de 97.000 km dentro dos EUA.

Todos os detalhes da construção de sua casa motorizada está em seu site pessoal.

Mas não satisfeito, Burke aderiu ao estilo de vida “van life”, e sustenta a sua vida com suas belíssimas fotografias outdoor.

E você não está na hora de fazer o mesmo?

Para ver o trabalho de Travis Burke :  http://www.travisburkephotography.com/

 

Travis-Burke-1 Travis-Burke-2 Travis-Burke-3 Travis-Burke-4-1024x531 Travis-Burke-5 Travis-Burke-6 (1) Travis-Burke-6 Travis-Burke-7 Travis-Burke-9 Travis-Burke-10

 

Ele é o melhor fotógrafo de água do mundo, e essas 13 imagens assombrosas mostram o por quê

À primeira vista, estas fotografias parecem iminentes montanhas em um universo escuro encontrado em um romance de Tolkien. Mas olhe de novo: Estas imagens são realmente ondas do mar, capturados em seu ponto máximo. É quase assustador ver o quão poderosas elas parecem.

Considerado por muitos o melhor fotógrafo de água do mundo, Ray Collins é o homem por trás dessas imagens surpreendentes, que parecem capturar o momento mais crucial da onda, pouco antes dela quebrar e afundar de volta na água. Collins comprou sua câmera em 2007 com a esperança de fotografar seus amigos surfistas, mas rapidamente descobriu que tinha um talento especial para fotografar a água. Suas fotos foram tão bem sucedidas que ele trabalhou em campanhas internacionais para a National Geographic, Patagônia, e Apple.

As fotos abaixo são do site de Collins.

Especialista ensina segredos para fazer boas fotos com celular

Como usar o celular para aprimorar sua capacidade de fazer fotografias criativas?

Para o fotógrafo profissional, escritor e palestrante Grant Scott, a câmera do smartphone pode ser uma ferramenta para aprimorar a fotografia e atentar a fatores como luz, textura, forma, composição e justaposição – os elementos básicos da criatividade visual.

Para Scott, como cada um tem sua ideia e definição de “boa” fotografia, é mais importante se divertir fazendo os registros do que se preocupar com as fotos antes mesmo de registrá-las.

A prática com a câmera do smartphone pode ajudar a identificar elementos básicos da criatividade visual, como luz e forma
Grant Scott/BBC

A prática com a câmera do smartphone pode ajudar a identificar elementos básicos da criatividade visual, como luz e forma

“Tirar fotos apenas para ver como as coisas aparecem nas imagens pode ser uma experiência liberadora e a maneira perfeita de começar sua experimentação fotográfica”, diz o fotógrafo.

Sem preocupação com a mecânica da fotografia, afirma ele, é possível ficar livre para capturar imagens com foco apenas na estética. “Isso nos torna mais conscientes sobre nosso ambiente e sobre os elementos básicos que constituem uma fotografia bem-sucedida.”

Sem preocupação com a mecânica da fotografia, afirma Grant Scott, é possível ficar livre para capturar imagens com foco apernas na estética
Grant Scott/BBC

Sem preocupação com a mecânica da fotografia, afirma Grant Scott, é possível ficar livre para capturar imagens com foco apernas na estética

Primeiros passos
Para produzir “rascunhos fotográficos”, como define Scott, o caminho é se divertir, assumir riscos e experimentar, sendo mais intuitivo e menos cerebral. “A experimentação está na base da fotografia, mas nunca foi tão fácil e barata como hoje”, diz.

Uma boa maneira de começar a busca por “rascunhos” é dar uma volta em sua vizinhança com o telefone na mão e a câmera pronta para fotografar.

“Caminhe devagar e com atenção a qualquer coisa que atraia sua atenção. Pode ser uma placa, uma sombra, um velho portão, algo jogado fora, uma pessoa esperando o ônibus, alguma pichação, qualquer coisa que passaria despercebida em um dia comum.”

“Quando ver algo, faça uma foto e siga adiante. Não se preocupe com a imagem. Não julgue seus méritos nem a delete logo depois do registro”, sugere Scott.

Uma boa maneira de começar, diz Scott, é dar uma volta na vizinhança com o telefone na mão e a câmera pronta para fotografar
Grant Scott/BBC

Uma boa maneira de começar, diz Scott, é dar uma volta na vizinhança com o telefone na mão e a câmera pronta para fotografar

Ao final da caminhada, diz o fotógrafo, revise as imagens que criou. Se um padrão ou um tema aparecer, decida quais são as melhores imagens e tente entender por que chamaram sua atenção.

Linguagem visual
Ao continuar saindo para caminhadas dessa maneira, avalia o fotógrafo, você irá rapidamente desenvolver sua linguagem visual e um conjunto de fotos bem-sucedidas que refletirão seu olhar sobre o mundo.

Na avaliação do fotógrafo, mesmo registros simples podem revelar uma linguagem visual marcante
Grant Scott/BBC

Na avaliação do fotógrafo, mesmo registros simples podem revelar uma linguagem visual marcante

“Se você não gosta da ideia de caminhar em busca de ‘rascunhos’, use a mesma abordagem com um hobby ou uma pessoa amada. Comece a documentar esse objeto ou pessoa de diferentes ângulos e direções.”

E à medida que sua confiança e conhecimento crescerem, diz Scott, você pode se interessar em compartilhar suas imagens na internet.

Essa é uma boa maneira, avalia o fotografo, de verificar se suas imagens caem no gosto de uma audiência mais ampla, interessada no tema da foto ou em sua abordagem estética.

“E também pode ser o início de uma relação mais séria com a fotografia, e a partir daí as pessoas podem começar a vê-lo como um fotógrafo.”

Fotógrafo sul-africano resgata “erotismo jet set” vintage em imagens sensuais

Fotos de Henrik Purienne parecem ter sido tiradas em um verão dos anos 1970 repleto de belas mulheres, praias, piscinas e marcas de biquíni

 

Editora Globo (Foto: Henrik Purienne/ purienne.com)BELAS MULHERES, CALOR E POUCA ROUPA: CENÁRIOS DE HENRIK PURIENNE (FOTO: HENRIK PURIENNE/ PURIENNE.COM)

Se você tivesse que definir qual seria o melhor emprego do mundo, aposto que ele estaria próximo do que Henrik Purienne faz: aos 38 anos, ele fotografa belas mulheres com pouca roupa em meio a cenários paradisíacos a partir de uma estética retrô semelhante a um episódio de Charlie’s Angels, proibido para menores.

O sul-africano radicado em Los Angeles conta em seu site que iniciou a carreira dirigindo documentários, influenciado pelo realismo de cineastas como Eric Rohmere John Cassavetes. Mas o “hedonismo jet set” que marca sua arte veio muito antes disso.

Editora Globo (Foto: Henrik Purienne/ purienne.com)(FOTO: HENRIK PURIENNE/ PURIENNE.COM)

“Crescer na Cidade do Cabo afetou a forma como trabalho e vejo a vida… as mulheres, o sol, a praia. Sempre gostei de tirar fotos do que via e, durante as férias, passei a fotografar minha namorada; tudo começou assim”, disse ele ao jornal El País.

Purienne já levou sua estética “Polaroid” para ensaios na American Apparel, Maison Kitsuné e Costume National, onde fotografou top models do gabarito de Sky Ferreira e Emily Ratajkowski.

Editora Globo (Foto: Editora Globo)UM DOS CLIQUES DO SITE (FOTO: HENRIK PURIENNE/ PURIENNE.COM)

E não para por aí: apesar de ter transportado seu universo de 70s para revistas como Vogue e Marie Claire, Purienne reserva sua faceta mais pessoal à Mirage Magazine, revista criada por ele mesmo em 2009, onde sua estética fica ainda mais clara.

Editora Globo (Foto: Henrik Purienne/ purienne.com)

“Gosto de mulheres fortes. Amo marcas de brancas de biquíni na pele, cheiro de protetor solar e dinheiro velho. A sensação de ter todo o tempo do mundo para não se preocupar com nada”. Quem não gosta, Purienne?

 

Fonte: http://gq.globo.com/Prazeres/Design/noticia/2015/12/fotografo-sul-africano-resgata-erotismo-jet-set-vintage-em-imagens.html

Que trabalhão! Conheça a rotina de um fotógrafo de animais selvagens!

Você já pensou em ser um fotógrafo da vida animal? Adora bater fotos dos seus animais de estimação e dos que aparecem em seu quintal? É, mas bater foto de um cachorro ou de uma joaninha parece ser um pouquinho mais fácil do que fotografar águias, crocodilos ouprimatas.

Esta é a rotina do fotógrafo profissional Joel Sartore, que tem como missão capturar imagens de espécies ameaçadas antes que estas venham a desaparecer por completo. Para mostrar um pouquinho do seu trabalho para o mundo, Joel filmou um dia de seu trabalho, e o resultado é este divertido vídeo onde ele precisa distrair os animais, limpar sua sujeira, organizar sua bagunça e, quando sobra um tempinho, bater fotos!

 

Fotógrafo ‘apaga’ smartphones de imagens para mostrar como a hiper conectividade nos tornou solitários

O fotógrafo norte-americano Eric Pickersgill removeu os smartphones e outros dispositivos digitais de alguns retratos cotidianos para criar a série “Removed”.

O objetivo do trabalho é mostrar como a tecnologia e a hiper conectividade estão deixando as pessoas isoladas e solitárias.

A inspiração para criar o projeto veio de uma cena observada num café em Nova York em que uma família sentada perto dele mostrava-se humanamente ‘desconectada’ mas digitalmente conectada.

Segundo ele, não havia muita conversa, o pai e as duas filhas estavam com seus smartphones na mão enquanto a mãe não tinha ou optou por não utilizar o seu e olhava tristemente pela janela, solitária na companhia de sua própria família, enquanto o pai soltava comentários esporádicos e sem sentido sobre alguma coisa que surgi em sua tela.

Veja as imagens:

portraits-holding-devices-removed-eric-pickersgill-1portraits-holding-devices-removed-eric-pickersgill-2portraits-holding-devices-removed-eric-pickersgill-5portraits-holding-devices-removed-eric-pickersgill-9portraits-holding-devices-removed-eric-pickersgill-10portraits-holding-devices-removed-eric-pickersgill-12portraits-holding-devices-removed-eric-pickersgill-13portraits-holding-devices-removed-eric-pickersgill-15portraits-holding-devices-removed-eric-pickersgill-22portraits-holding-devices-removed-eric-pickersgill-24portraits-holding-devices-removed-eric-pickersgill-28portraits-holding-devices-removed-eric-pickersgill-30portraits-holding-devices-removed-eric-pickersgill-33Via